música que nunca ouvi, mas que entorpece, que me vicia...
música que me massaja a alma e a mente...
presença constante, presença nicotinante!
não quero um brinquedo novo, para mexer em todos os botões e ver o que ele faz!!
findo o dia, não quero deixar de ouvir a suave melodia
pontas de dedos a percorrerem um piano... quero em mim o vibrar das cordas de tal piano
desejo ser essas teclas, tenho medo do degustar desse som, que deixe inebriada e daí nunca mais me libertar dele...
não me quero ensurdecer perante tal rouxinol, ignorando a sua nobre presença e seu lindo cantar
receio deturpar cada compasso, cada nota...
receio desfigurar o meu coração só por não querer combater a benesse que me ofereces!
sábado, 11 de abril de 2009
sexta-feira, 3 de abril de 2009
uma básica lei de murphy
como difundir azar, atingindo várias pessoas, em três tempos! é muito simples:
1º convida-se duas pessoas para irem a uma sexta-feira à noite, à última sessão, ao cinema.
2º escolhe-se o filme errado
3º furasse um pneu no caminho de regresso!
mas isso não seria nada de especial se não houvesse um ingrediente importantíssimo: chuva! não, bué-lé-lé de chuva! a pura chuva cá da banda!!!
nada de querer dar à chuva o protagonismo do 4º tempo, porque ela aqui não mete o bedelho! o São Pedro não é para aqui chamado!! só estou a referir acontecimentos gerados pela mão humana! nada de divindades ao barulho!!! :o)
e pronto: mais uma lição dada! :o)
aprendam que eu não duro sempre!!!!
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