e num acto de coragem (ou teria sido de despero) enviei uma missiva cujo o conteúdo relatava um ínfima parte do sufoco e turbilhão de ideias que me atormentam o espírito!
como se de um harakiri se tratasse, esventrei o meu coração e expus parte do que sinto e que não compreendo.exigi respostas, que não é meu de direito exigir, numa esperança (talvez vã) acedam às minhas preces mais ocultas; almejando que, com estas, o mundo mude ou que ele me mude e esclareça de uma vez por todas...
em boa verdade, sei que o retorno será um tsunami de mim para mim... em que só a minha ilha de sentimentos será atingida e o meu Wilson (esvaziando-se e esvaindo-se) naufragará dentro de mim...
E não deixo de ter vontade de ir para uma casa, um lar que seja meu e que me pertença realmente, aonde me sinta a fazer parte e não mais uma alienígena, uma intrusa... Um espaço que o meu corpo, o meu ser não se sintam rejeitados por si próprios... preciso de me encontrar nos olhos e nos abraços de alguém, no aconchego de um sofá que (re)conheça a forma do meu corpo... uma almofada que se molde ao aproximar da minha cabeça e que a cada lágrima minha exale o meu aroma favorito, só numa tentativa de me reavivar, revitalizar... não quero mais esta sensação de pouco ou nada ter que seja realmente meu... não quero mais a sensação de que tudo o que possuo seja emprestado ou por ter sido adquirido por solidariedade (que sei que não é verdade!). quero aceitar e reconhecer nas minhas entranhas que sou digna do amor dos meus amigos e não mais fustigar a minha mente com família que não tenho... não quero mais que a cada minuto que me aproximo do Natal me sinta mais igual ao papel de embrulho depois da meia noite de 24... quero um um aconchego meu (e só meu) e senti-lo como tal... cheiro a canela e fruta fresca
Home Michael Bublé
Another summer day Has come and gone away In Paris and Rome But I wanna go home
Maybe surrounded by A million people I Still feel all alone I just wanna go home Baby I miss you, you know
And I've been keeping all the letters that I wrote to you Each one a line or two "I'm fine baby, how are you?" I would send them but I know that it's just not enough My words were cold and flat And you deserve more than that
Another airplane Another sunny place I'm lucky I know But I wanna go home I've got to go home
Let me go home 'Cause I'm just too far From where you are I wanna come home
And I feel just like I'm living someone else's life It's like I just stepped outside When everything was going right And I know just why you could not Come along with me 'Cause this was not your dream But you always believed in me
Another winter day has come And gone away And even Paris and Rome And I wanna go home Let me go home
And I'm surrounded by A million people I Still feel alone Let me go home I miss you, you know
Let me go home I've had my run Baby, I'm done I gotta go home
Let me go home It all will be alright I'll be home tonight I'm coming back home
Para o Meu Scrat! E volto a dizer: a esperança é a última a morrer! :)
Alcione
Esse nosso amor é a perfeição É a união do lado erótico sentimental O nosso amor nasce cada dia melhor Quando eu entreguei meu coração não imaginei nem mesmo 10% da emoçãoque eu ia encontrar Eu enlouqueci de paixão E foi assim que achei o meu caminho junto de você E mergulhei sem medo de me arrepender Amei primeiro e fui pensar depois Ah! E foi assim que toda minha vida se modificou Jamais fui tão feliz do jeito que eu estou O mundo é de nós dois
Você e eu qualquer lugar é lindo Eu só me lembro de você sorrindo Eu não me canso de dizer bem-vindo o nosso amor Eu sem você qualquer lugar é triste
Minha alegria diz que só existe pra você, em você, com você, só você é meu amor...
não te quero longe de mim mas menos ainda te quero pertinho de mim...
não te quero no meu pensamento mas o meu pensamento não sai de ti! sei que não te vou esquecer, mas vai passar, como tudo passa no próspero ano já não lá estarás nas lembranças do ano transacto ficarás!
escrevo a verde porque dizem que é a cor da esperança!
o assunto cheirava a esperança e libertou dentro de mim uma série de borboletas! o conteúdo, foi pior que uma rede para os belíssimos seres voadores! como se elas se dirigissem para a fritadeira eléctrica, atraídas pela luz mais bela!
senti-me a afundar naquelas palavras desenhadas, apesar de que no fim ter uma pequena bóia de salvação: "te adoro de verdade", como se de um pedido de desculpas se tratasse, por não ser mais gajo e assumir que tem amigas e que é um direito dele! Na hora não me soou a cobardia, mas agora sim! na hora quase que me senti triste mas agora penso: não é minha maka, não a quero para mim! quero-o para mim, há muito tempo e tal como esperei até hoje, esperarei até ao dia que ele há-de vir atrás de mim!
até lá, só digo: what a fuck (em honra da afilhada!!) e mais: "nô se mete lá!!"
ia-te explicar porque te convidei para passares o Natal comigo, mas não consigo ia-te explicar porque penso em ligar-te de cada vez que acontece uma coisa funny, mas evito ia-te explicar porque me desligo de ti, e por isso não insisto ia-te explicar porque queria que lesses isto, mas de ti a informação omito ia-te explicar porque tenho saudades de conversar contigo, mas a justificação reprimo ia-te explicar porque quero estar contigo, mas do desejo me esquivo
tem que ser meiguinho e carinhoso (sim precisa de ter muito mel!) e dar abraços tem que ajudar nas lides de casa e tem que saber ir às compras sozinho! tem que me ensinar coisas e tem que me dar a oportunidade de ter discussões inteligentes com ele tem que saber dançar e gostar de música tem que me fazer rir tem que gostar de praia e viajar de carro tem que gostar de fotografia tem que gostar de jogos de tabuleiro e beber shots tem que me obrigar a fazer coisas arriscadas tem que me obrigar a falar de mim e ouvir-me tem que me deixar ajudá-lo tem que me obrigar a calçar sapato alto e pôr maquilhagem tem que gostar mais de rádio do que de televisão tem que ser bondoso (mas mais firme do que eu!)
infelizmente só me lembrei de ti... e olho para o esquilo do Ice Age com nostalgia...
numa tentativa de escrever algo que preenchesse mais o meu digníssimo blog, escrevi, apaguei, voltei a escrever e voltei a apagar! tal como me disse o meu amigo: "diz que há um camarada chato que não te deixa concentrar!" é bem verdade, mas não é completa! completando a verdade: queria escrever qualquer coisa alegre, algo parecido ao amor! talvez algo mais quente, com mais gindungo... mas nada! estou oca de ideias e aparentemente de sentimentos também...
hoje tive saudades de escrever: de quando me dedicava a palavras eróticas, descrições prazenteiras e perigosas... hoje estive à espera duas horas por uma pizza que não veio, mas isso não me chateou... hoje ouvi palavras que não queria ouvir, segredos que não são meus, mas que obrigatoriamente se tornaram meus também. hoje acordei com desejo de ter a minha cama ocupada com um corpo: perfeito pó ABC para o meu... hoje deixei-me levar no silêncio e estranhamente estou bem! hoje lembrei-me do conceito de bem do povo! transmiti-o, ri-me dele e tomei noção que o tenho de aplicar...
ontem, perdi um co(r)po: copozificação de um sportinguista!
alguém resolveu brincar com o meu coração, e a sensação não é nada boa...
três personagens, três situações menos felizes, três sentimentos igualmente desagradáveis...
não quero que me dêem a entender que talvez exista alguém que me estime... não quero que me digam que regressarão para mim, mas para casar... não quero que fantasmas de um passado bem distante e mais do que enterrado, me retire do sossego que, mal ou bem, vou conquistando...
não quero ilusões não quero falsas esperanças não quero desassossego, quero tranquilidade e que me deixes em paz!
vou aprender a sentir o amor por mim mesma, porque assim o quero e preciso. vou fugir da minha ingenuidade e correr atrás do meu EU!
episódio 1 um cabrão, filho de uma égua, mal parido de um motoqueiro a andar no meio da estrada a vir em direcção a duas pessoas, uma delas com um bebé ao colo e simplesmente não se desviou! quando as lesadas começam a insultá-lo e mandar-lhe ir para o canto do mundo mais adequado à figura hedionda que ele é, rebenta com essas: "estou na estrada!! porque não andam não passeio?!" Mas será que o cachorro não viu que os passeios estavam lotados com carros estacionados?!?! será que filho da p#t@ não tem qualquer noção do valor da vida humana?!?!?!
episódio 2 para se fazer inversão de marcha, numa zona aonde não há proibição para tal, qualquer impedimento legal, é necessário pagar-se 100 AKZ porque uma personagem com traje da polícia, mas outro estupor qualquer assim decidiram!
episódio 3 é hora das lojas do Belas fecharem e de arrasto as portas também, ficando só algumas abertas. estão três pessoas a dois metros de uma das portas e aceleram o passo para apanharem ainda uma das portas abertas. pois o ser iluminado, que está a olhar para nós, fecha-nos a porta na cara e diz: "têm que dar a volta!"...
não precisámos de catástrofes naturais... já temos seres de natureza catastrófica que nos chegue para acabar com a humanidade...
disseram-me para a ouvir com ouvidos de ouvir (e não simplesmente com as orelhas!) :) não sei se estou escondida/retratada nessa amalgama de palavras, mas admito que algumas me lembram das resquícios do que fui e não quero mais ser... apreciem
Adele: Right as Rain
Who wants to be right as rain It's better When something is wrong You get excitement in your bones And everything you do's a game When night comes And you're all on your own You can say I chose to be alone Who wants to be right as rain It's harder when you're on top.
Cause when hard work don't pay off And I'm tired, there ain't no room in my bed
As far as I'm concerned
So wipe that dirty smile off we
Won't be making up I've cried my heart out
And now I've had enough of love
Who wants to be riding high
When you'll just crumble
Back on down
You give up everything you are
And even then you don't get far
They make believe that everything
Is exactly what it seems
But at least
When you're at your worst
You know how to feel things.
See when hard work don't pay off
And I'm tired, there ain't no room in my bed
As far as I'm concerned
So wipe that dirty smile off we
Won't be making up
I've cried my heart out
And now
I've had enough of love
Go ahead and still my heart
To make me cry again
Cause it will never hurt
As much as it did then when
We were both right
And no one had blame
But now I give up
On this endless game.
Cause who wants to be right as rain
It's better when something is wrong
I get excitement in my bones
Even though everything's a strain
When night comes and I'm on my own
You should know I chose to be alone
So who wants to be right as rain
It's harder when you're on top
Cause when hard work don't pay off
And I'm tired, there ain't no room in my bed
As far as I'm concerned
So wipe that dirty smile off we
Won't be making up
I've cried my heart out
And now
I've had enough of love
No room in my bed As far as I'm concerned so Wipe that dirty smile off we Won`t be making up I`ve cried my heart out And now I've had enough of love
estava eu a fazer uma limpeza ao arquivo do meu registo para a posterioridade, quando resolvi averiguar a data da minha primeira mensagem para o mundo, qual no foi o meu espanto ao aperceber-me que faz amanhã, precisamente um ano! eu realmente, tenho de deixar de ter este feelings paranormais! :) para que fique registado este momento, tenho a dizer que: não tenho nada a dizer! tenho-me sentido desprovida de imaginação, de palavras, de sentimentos, de ímpeto para libertar palavras (escritas e orais). o meu estado vegetativo, inerte impede-me. posto isto, vou-me!
tenho saudades do teu conhecimento! ai esta sede... pano humedecido que levemente passou pelos meus lábios, deixando na minha boca um sabor enxuto...
quero beber do teu conhecimento e das tuas palavras; quero sentir o desconhecido pelas letras da tua voz... brilho nas palavras que proferes... confesso que fico deslumbrada só de ouvir o teu humor mordaz, sarcástico, mas tão verdadeiro...
tenho saudades que me instruam, por isso quero ouvir-te repetidamente, incessantemente, apaixonadamente
a big maka é que os povos até que querem trabalhar, mas através da falta de luz na city, mais com o ajuntamento do "girador" do salo que não arranca só resta: ficar-se com os olhos vermelhos, espumar-se da boca (de tanto tédio) e em última estância ir-se visitar o afilhado!
queria esquecer-me de ti e não pensar que me sinto apaixonada por um ser "inexistente". queria que partilhasses a minha loucura e que te deixasse levar pela ilusão que somos um e um só, feitos da mesma massa; água e azeite perfeitamente dissolvidos um no outro. queria que o ímpeto de mergulhar em milhas transatlânticas te arrastassem para junto de mim... se ao menos os sonhos se transformassem em realidade e eu não tivesse que esperar mais por Ti...
larguei o livro com uma capa bonita a um canto (temporariamente); a memória de suas palavras relembram-me de várias realidades, uma das quais tão inequívoca como "Não me pertences!"
(...) e sinto saudades daquelas palavras tão belamente transcritas para o papiro digital... quero beber mais das letras que transpiras nos teus joggings sprintados quero teletransportar-me para junto de ti e aí ficar, aninhada, ouvindo todas essas histórias e estórias mirabolantes, deixar-me embalar, ninar no teu susurro que tanto acalenta minh'alma... queria ter o dom da ubiquidade: ter-te a mim e a ti (...)
aqui estou meio perdida na ausência de palavras; meio perdida neste porto tão seguro e tão amado. aqui estou tentando absorver em cada minuto, cada segundo que me promova momentos abandonados no passado...
porto pardacento, no qual eu me abandonei. escancarei-me no teu jeito fechado e desabrochei... revivo em ti, perco-me em mim e olhando para ti, olho para mim e de novo perco-me nesta cascata sanjoanina...
porto tão seguro que me traz de novo a casa. rendo-me perante a tua altivez e reduzo-me a uma pedra suja e gasta das tuas calçadas labirínticas mas sempre reconhecidas em mim tal minhas veias, minhas artérias, meu sangue, minha vida!
sobre uma mesa de vidro temperado, brindado pequeno almoço com cornflakes, foi descoberta uma nova lei: by madrinha e afilhada!
qualquer mulher que tenha as suas dimensões do corpo proporcionais, consegue com um braço e uma das mãos tapar os seus melões suculentos e com a outra mão o triângulo de fogo!
donde inferíamos que as duas somos desproporcionais: nem com duas mãos iríamos privar os voyeurs de apreciarem as nossas pommes apetecíveis!
Ergo
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Metamorphoses meta espirituais....
Simbioses de referências projectam talentos há muito esperados.
Em versão curta, só crescemos quando enfrentamos os nossos...