aqui estou meio perdida na ausência de palavras; meio perdida neste porto tão seguro e tão amado.
aqui estou tentando absorver em cada minuto, cada segundo que me promova momentos abandonados no passado...
porto pardacento, no qual eu me abandonei. escancarei-me no teu jeito fechado e desabrochei... revivo em ti, perco-me em mim e olhando para ti, olho para mim e de novo perco-me nesta cascata sanjoanina...
porto tão seguro que me traz de novo a casa. rendo-me perante a tua altivez e reduzo-me a uma pedra suja e gasta das tuas calçadas labirínticas mas sempre reconhecidas em mim tal minhas veias, minhas artérias, meu sangue, minha vida!
aqui estou tentando absorver em cada minuto, cada segundo que me promova momentos abandonados no passado...
porto pardacento, no qual eu me abandonei. escancarei-me no teu jeito fechado e desabrochei... revivo em ti, perco-me em mim e olhando para ti, olho para mim e de novo perco-me nesta cascata sanjoanina...
porto tão seguro que me traz de novo a casa. rendo-me perante a tua altivez e reduzo-me a uma pedra suja e gasta das tuas calçadas labirínticas mas sempre reconhecidas em mim tal minhas veias, minhas artérias, meu sangue, minha vida!

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