quarta-feira, 29 de setembro de 2010

de joelhos e por cima do milho seco

confesso que:
a minha pele entra em pânico de cada vez que, ao meu pensamento, a tua imagem vem;
ela não sossega enquanto não sente o calor exalado pelos teus poros

confesso que:
um sorriso se desenha nos meus lábios (mesmo naquele que não vale nada) de cada vez que me recordo do teu

confesso que:
entro em verdadeiro estado de êxtase de cada vez que oiço um elogio não para mim, mas sim para ti (e só penso: não poderia estar mais certa!)

confesso que:
o meu receio aumenta, de cada vez que dedico as minhas palavras a ti: não quero que aconteça como às outras que esbanjei por aí em vão e sem retorno

confesso que:
sinto um vazio, bem preenchido, quando chego a casa, e tu lá não estás, mas logo me acalmo...



porque:
em mim tu sempre estás!

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