e estava-me a sentir poderosa, mas não queira sentir os olhares sobre mim...
e estava cheia de medo, não queria que olhos alguns me tocassem...
dengosamente, o meu corpo a moldava-se ao ritmo da música; estaria a provocar, deliberadamente aqueles olhares? queria eu gerar olhos raiados de sangue e bocas a salivar, tal cães raivosos, lobisomens, vampiros sanguinários?!
continuava com medo...
pouco a pouco, elas se concentravam em mim, escorriam, percorriam-me de lés-a-lés... línguas sem toque, dedos sem unhas...
o medo não me abandonava...
queria o teu corpo, sentia o calor que ele exalava
paura crescente!!!
íman alucinado: atrai-repele, atrai-repele, atrai-repele
e elas continuavam, preguiçosamente atiçavam cada nicho do meu corpo… pelos em vénias, para as deixarem passar, tal súbditos… à passagem das suas majestades, logo-logo explodiam num júbilo só deles, erguendo-se para aquela eminência de chuva
íman tresloucado, deixa-me!!!!!! Atrai-repele atrai-repele atrai-repele
céu revoltado!!! vociferando uma brisa marítima: perdigotos de lava!!!
Queimava… tal era o desejo de as sentir, de te sentir: gotas de chuva promíscuas, seduzindo a minha cadência, o meu ritmo; tez brilhante, chocolate gostoso… chove em mim!!!!!!
alma ensopada em desejo, trama colorida gotejando
já não sabia a sal; tinha um gosto doce, mas cansado…
medo lavado, desejo não estancado, pensamento estrangulado
chão escorregadio que me transportou para o porto seguro
íman impaciente: atrai-repele atrai-repele
e estava cheia de medo, não queria que olhos alguns me tocassem...
dengosamente, o meu corpo a moldava-se ao ritmo da música; estaria a provocar, deliberadamente aqueles olhares? queria eu gerar olhos raiados de sangue e bocas a salivar, tal cães raivosos, lobisomens, vampiros sanguinários?!continuava com medo...
pouco a pouco, elas se concentravam em mim, escorriam, percorriam-me de lés-a-lés... línguas sem toque, dedos sem unhas...
o medo não me abandonava...
queria o teu corpo, sentia o calor que ele exalava
paura crescente!!!
íman alucinado: atrai-repele, atrai-repele, atrai-repele
e elas continuavam, preguiçosamente atiçavam cada nicho do meu corpo… pelos em vénias, para as deixarem passar, tal súbditos… à passagem das suas majestades, logo-logo explodiam num júbilo só deles, erguendo-se para aquela eminência de chuva
íman tresloucado, deixa-me!!!!!! Atrai-repele atrai-repele atrai-repele
céu revoltado!!! vociferando uma brisa marítima: perdigotos de lava!!!
Queimava… tal era o desejo de as sentir, de te sentir: gotas de chuva promíscuas, seduzindo a minha cadência, o meu ritmo; tez brilhante, chocolate gostoso… chove em mim!!!!!!
alma ensopada em desejo, trama colorida gotejando
já não sabia a sal; tinha um gosto doce, mas cansado…
medo lavado, desejo não estancado, pensamento estrangulado
chão escorregadio que me transportou para o porto seguro
íman impaciente: atrai-repele atrai-repele

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