aclamada Iolanda em mim: que brades as quatro céus e justifiques o porquê..
Por isso às vezes sei que necessito
Teu colo, teu colo
Eternamente teu colo
abandonada Iolanda, largada, esquecida a um dos quatro cantos do meu quarto...
Me abres o peito quando me acumulas
De amores de amores
Eternamente de amores
desespero de um socorro e não de uma mera rosa branda atirada pelos ares do nº 70 daquela rua na vila alice. dá-me a tua sabedoria, ajuda-me a cantar contigo...
começar de novo
e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
ter me rebelado
ter me debatido
ter me machucado
ter sobrevivido
ter virado a mesa
ter me conhecido
ter virado o barco
ter me socorrido
começar de novo
e contar comigo
vai valer a pena
ter amanhecido
sem as tuas garras sempre tão seguras
sem o teu fantasma
sem tua moldura
sem tuas escoras
sem o teu domínio
sem tuas esporas
sem o teu fascínio
começar de novo
e contar comigo
vai valer a pena ter amanhecido
sem as tuas garras
sempre tão seguras
sem o teu fantasma
sem tua moldura
sem tuas escoras
sem o teu domínio
sem tuas esporas
sem o teu fascínio
começar de novo
e contar comigo
vai valer a pena
já ter te esquecido
sexta-feira, 8 de maio de 2009
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