quinta-feira, 16 de outubro de 2008

saudades de ser a outra

ao ler as tuas palavras, tenho saudades das que escrevias para mim. no meu mundo de ilusão, continuo a desejar que, as que ocultamente expuseste ao mundo, eram para mim.
tenho saudades de quando tinhas medo, mas ainda assim deliciavas-me, porque também a mim te dedicavas (e não só a ela)...
espalhas por todas as artérias que consegues, essas tuas letras, essas tuas palavras, essas tuas orações, essas tuas frases, esses teus incontroláveis parágrafos... difundes isso tudo por esse teu sangue ve(ne)noso; atinges-me, absinto? adrenalina? cianeto? hidromel?...
confundes o meu espírito falsamente (in)quietado; confundes, e não, a quem obrigas a ler as tuas missivas! mas porquê?!?! e para quê?! eu não me importava que submergisses, novamente, no estágio de eternamente insatisfeito de ... (e se possível fosse, obrigava-te!!!)
não daria trabalho; não seria cansativo! SERIA SIM!!! sempre…sempr e… semp r e… sem p r e… se m p r e… s e m p r e… zzzzzzzzz
não posso pensar mais, não quero desejar mais
preenche-me como o OM preenches

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